Apresentação usada na minha oficina de Mídia Online e Métricas ministrada aos alunos de Comunicação da Universidade Positivo na Semana de Comunicação 2011.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
sexta-feira, 26 de março de 2010
Social Media Planner - Planejamento em Mídias Sociais.
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Essa semana fui apresentado pelo @obrunomendonca aqui da Midiaweb ao Social Media Planner, uma ótima ferramenta que funciona mais ou menos como o Google AdPlanner, a diferença é que a segmentação é feita exclusivamente para redes sociais.
O site é todo em alemão e óbviamente os resultados da segmentação também, porém, infelizmente, não pode ser usada para campanhas brasileiras. Mas o interessante é a idéia e a praticidade por trás da ferramenta.
O planejador de mídia, pode selecionar mais de uma faixa em cada segmentação. No total são 136 redes de todos os tipos e contextos.

Quem criou o site foi a INPROMO.
O site é todo em alemão e óbviamente os resultados da segmentação também, porém, infelizmente, não pode ser usada para campanhas brasileiras. Mas o interessante é a idéia e a praticidade por trás da ferramenta.
O planejador de mídia, pode selecionar mais de uma faixa em cada segmentação. No total são 136 redes de todos os tipos e contextos.

Quem criou o site foi a INPROMO.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Planejamento de Mídia Online. Infográfico.
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Criei este infográfico, que se assemelha à um fluxograma, não com a intenção de sugerir ou estabelecer ações padrões e ordená-las, mas sim para mostrar um pouco dentro de minha experiência e vivência na área de mídia online, que toda ou qualquer ação deve ser pensada e elaborada tendo-se em mente os objetivos estratégicos da campanha. Com esse enfoque estabelecido, os resultados esperados virão com mais naturalidade, porém, não com menos esforço.
Vou fazer um panorama geral e resumido de cada uma das etapas do infográfico, mas vale lembrar que cada profissional, cada agência e cada job tem suas particularidades que devem ser levadas sempre em consideração. Como já disse, não existe modelo de trabalho pré-definido para a execução de um planejamento. Além disso, existem inúmeras outras ações internas, junto a equipe, que devem ser pensadas e planejadas.
1ª Etapa: Planejamento.
A elaboração do plano de mídia requer integração e sintonia com as áreas de planejamento, atendimento e criação da agência. Com o briefing em mãos e modelos de propostas dos canais, parte-se para a análise de alcance e perfil da audiência. Esta ação já mescla com a próxima etapa, contribuindo com informações para o cronograma da campanha.
2ª Etapa: Execução.
A aplicação do cronograma de ações da campanha ocorre junto com a conferência de mídia. Enquanto o contato com os canais é feito para envio de peças ou a criação online em outros canais (ex.: links patrocinados) deve-se ficar atento a veiculação das mesmas e certificar-se de que está tudo onde deveria estar, no momento planejado e na frequência definida. Neste momento, caso esteja planejado, é que entra o primeiro Teste AB da campanha, que irá em pouco tempo gerar dados suficientes para que se opte o caminho mais eficiente.
3ª Etapa: Métricas.
As ações de métricas requerem um cuidado especial. Informações soltas em um relatório, apenas contribuem para a geração de conflitos internos e externos. Portanto, a definição de KPI's exige a participação fundamental do atendimento que deve buscar a informação correta quanto aos objetivos do cliente, por isso, deve começar a ser elaborada na 1ª etapa e aplicada aos relatórios nesta 3ª etapa.
A partir deste momento, entra o tracking que nada mais é do que o acompanhamento com a coleta de dados e tabulação dos números da campanha. Esta ação pode ser no mínimo diária e no máximo semanal, dependendo das ferramentas disponíveis e necessidades definidas internamente e com o cliente.
Com um bom volume de dados nas mãos parte-se para um cruzamento e análise dos KPI's gerando planílhas e gráficos comparativos para então iniciar a interpretação. Com algumas conclusões parte-se finalmente para a geração dos relatórios e dashboards para controle dos resultados, certificando-se de que a campanha continua voltada aos objetivos estratégicos ou não. A partir daí discute-se a necessidade e a possibilidade da 4ª Etapa.
4ª Etapa: Reajustes.
A reativação pode ser interpretada também como um plano B, já que pode ser executada durante a campanha ou apenas no final, onde entrará a aplicação de outro Teste AB. Este teste irá gerar informações e dados para ajustes e alterações em partes ou em todo o plano de mídia da campanha.
Vou fazer um panorama geral e resumido de cada uma das etapas do infográfico, mas vale lembrar que cada profissional, cada agência e cada job tem suas particularidades que devem ser levadas sempre em consideração. Como já disse, não existe modelo de trabalho pré-definido para a execução de um planejamento. Além disso, existem inúmeras outras ações internas, junto a equipe, que devem ser pensadas e planejadas.
1ª Etapa: Planejamento.
A elaboração do plano de mídia requer integração e sintonia com as áreas de planejamento, atendimento e criação da agência. Com o briefing em mãos e modelos de propostas dos canais, parte-se para a análise de alcance e perfil da audiência. Esta ação já mescla com a próxima etapa, contribuindo com informações para o cronograma da campanha.
2ª Etapa: Execução.
A aplicação do cronograma de ações da campanha ocorre junto com a conferência de mídia. Enquanto o contato com os canais é feito para envio de peças ou a criação online em outros canais (ex.: links patrocinados) deve-se ficar atento a veiculação das mesmas e certificar-se de que está tudo onde deveria estar, no momento planejado e na frequência definida. Neste momento, caso esteja planejado, é que entra o primeiro Teste AB da campanha, que irá em pouco tempo gerar dados suficientes para que se opte o caminho mais eficiente.
3ª Etapa: Métricas.
As ações de métricas requerem um cuidado especial. Informações soltas em um relatório, apenas contribuem para a geração de conflitos internos e externos. Portanto, a definição de KPI's exige a participação fundamental do atendimento que deve buscar a informação correta quanto aos objetivos do cliente, por isso, deve começar a ser elaborada na 1ª etapa e aplicada aos relatórios nesta 3ª etapa.
A partir deste momento, entra o tracking que nada mais é do que o acompanhamento com a coleta de dados e tabulação dos números da campanha. Esta ação pode ser no mínimo diária e no máximo semanal, dependendo das ferramentas disponíveis e necessidades definidas internamente e com o cliente.
Com um bom volume de dados nas mãos parte-se para um cruzamento e análise dos KPI's gerando planílhas e gráficos comparativos para então iniciar a interpretação. Com algumas conclusões parte-se finalmente para a geração dos relatórios e dashboards para controle dos resultados, certificando-se de que a campanha continua voltada aos objetivos estratégicos ou não. A partir daí discute-se a necessidade e a possibilidade da 4ª Etapa.
4ª Etapa: Reajustes.
A reativação pode ser interpretada também como um plano B, já que pode ser executada durante a campanha ou apenas no final, onde entrará a aplicação de outro Teste AB. Este teste irá gerar informações e dados para ajustes e alterações em partes ou em todo o plano de mídia da campanha.
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